No último dia da nossa semana de Carnaval no Rio, exaustos depois de dias de festa e passeios, decidimos passar um dia tranquilo na Praia de Ipanema: um dos trechos de areia mais icônicos da cidade, famoso por suas areias douradas, ondas perfeitas e vistas deslumbrantes das montanhas Dois Irmãos. Com 2 km de extensão ao longo de um bairro animado que leva o mesmo nome, é um ponto de encontro de banhistas, surfistas e vendedores ambulantes que oferecem de tudo — de tigelas de açaí aos clássicos biscoitos Globo. A praia é dividida em postos, cada um atraindo um público diferente — famílias, atletas, grupos LGBTQIA+ e cariocas apenas querendo relaxar.

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Após uma longa viagem de ônibus desde nossa hospedagem no subúrbio, descemos perto do meio da praia e começamos o dia com um passeio pelas ruas elegantes do bairro. Calçadas largas e arborizadas ladeavam prédios reluzentes com porteiros atentos, seus saguões frescos e revestidos de mármore. Carros de luxo deslizavam silenciosamente pelas ruas bem asfaltadas — um contraste gritante com o trânsito caótico do centro do Rio. Restaurantes sofisticados ocupavam as calçadas e vitrines impecáveis exibiam sungas e camisas de linho de grife. Hotéis luxuosos dominavam a paisagem.
Depois do café da manhã neste café acolhedor, seguimos para a praia. Imagino que o lugar esteja sempre movimentado. Mas num domingo de Carnaval, estava simplesmente lotado. Um mar de guarda-sóis coloridos cobria a areia, tão apertados que parecia impossível abrir mais um. O cheiro de camarões grelhados e pastéis fritos saía das barracas lotadas, onde garçons se equilibravam com bandejas abarrotadas entre as mesas. A orla fervilhava com foliões em biquínis, bermudões e fantasias cintilantes. Carrinhos de comida e cerveja formavam longas filas, enquanto os clientes se abanavam com chapéus de palha, impacientes. A praia inteira vibrava com uma energia elétrica e despreocupada — uma festa de verão sem fim sob o sol escaldante do Rio.



Em determinado momento, um bloco de Carnaval — uma festa de rua improvisada — tomou conta da avenida principal, que havia sido fechada para o evento. Uma multidão compacta dançava e cantava ao som do samba estridente, com batidas fortes e melodias vibrantes ecoando no ar. A energia era contagiante, mas como buscávamos um dia mais tranquilo, decidimos seguir em frente. Caminhamos por toda a extensão da praia até encontrar um quiosque, onde pedimos uma caipirinha gelada e descansamos na sombra, observando a folia de longe.


Antes do pôr do sol, chegamos à extremidade leste da praia. Seguimos pela trilha até o topo da Ponta do Arpoador, um mirante rochoso que oferece uma vista panorâmica espetacular de Ipanema e das praias escondidas do Diabo e do Forte logo atrás. Lá também encontramos uma academia pública ao ar livre, com pesos de concreto disponíveis para uso gratuito — uma estrutura crua e minimalista como nunca havia visto.




Com a noite se aproximando e o cansaço batendo, pegamos o ônibus de volta para casa, já nos preparando para a partida rumo a São Paulo no dia seguinte.
Fotos
Veja (e se quiser, use) todas as minhas fotos da Praia de Ipanema em alta resolução.
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